Olá,
munchkins! Este é o meu primeiro post no blog, desculpem por ser tão longo, mas
era preciso. Vamos falar sobre a sétima temporada de True blood?
O
momento de espera finalmente chegou ao fim. E no dia 22 de junho às 22h foi ao
ar o primeiro episódio da sétima e última temporada da série que virou um
fenômeno mundial. True Blood sem sombra de dúvida conquistou milhares de
corações pelo mundo ao decorrer desses sete anos de exibição, e o meu não
poderia ficar de fora.
Spoilers
nunca me agradaram e sempre me irritaram, por este motivo não li nada a
respeito desta última temporada, nem se quer uma notícia sobre Eric Northman,
cuja cena final da sexta temporada deixou todos os fãs de cabelo em pé. Mas não
falemos sobre a sexta temporada, vamos falar sobre o começo do fim de uma série
que vai ficar na memória de seus fãs.
Como
vimos no final da sexta temporada, Sam Merlotte, atual prefeito de Bom Temps,
Bill Compton e mais alguns cidadãos organizaram um churrasco noturno no
Bellefleur’s Bar and Gril com o intuito de unir os vampiros não infectados com
os humanos também não infectados. Os humanos forneceriam alimento para esses
vampiros e em retribuição teriam a proteção dos vampiros contra os ataques dos
Hep-V.
Entretanto,
uma horda de vampiros infectados atacou os cidadãos e os vampiros no churrasco.
E foi neste momento que fiquei em choque, pois antes mesmo da abertura da
série, na cena do ataque, um dos personagens regulares morreu.
A
morte de Tara não poderia ser mais chocante do que foi. Fiquei sem reação no
momento e o mais sacana foi a produção jogar a abertura bem depois da cena em
que você descobre a morte dela, talvez para os fãs processarem o acontecimento.
Eu fiquei durante toda a abertura xingando pelos quatro cantos da minha sala,
pois não esperava por essa. Ainda estou sem acreditar muito, mas segue vida,
sem a Tara.
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| Luke Grimes |
Permanecendo
no começo do episódio, o recast do personagem James Kent me deixou meio sem
palavras, eu não fazia a menor ideia que o ator Luke Grimes tinha deixado o
elenco da série.
Aparentemente
foi por causa de um tal de Cinquenta Tons
de Cinza (Ironia), era o que se especulava, mas o site Buzzfeed publicou que uma
fonte próxima da produção da série teria afirmado que houve uma divergência
criativa entre Grimes e o destino do seu personagem na série. Pois, ao que
parece, Grimes teve uma objeção sobre os enredos homossexuais no programa.
Grimes
fez um trabalho ótimo como James, não posso negar, e a química entre ele e a
Deborah Ann Woll, atriz que interpreta a personagem Jessica Hamby, era linda de
se ver na tela.
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| Nathan Parsons |
A
cena dele e do nosso digno divo Lafayette
só confirmou mais ainda a publicação do site Buzzfeed, pois ficou claro ali um
clima entre Lafayette e James. Sei que vejo slash em tudo, mas isso não foi
coisa da minha cabeça, ou foi?
Porém, perguntas se formularam na minha cabeça.
James e Lafayette terão um romance? Será ele o final feliz do nosso querido Lala
no programa? E a Jessica, como fica?
Eu não me atrevi a procurar spoilers sobre isso, então, só saberei no decorrer dos episódios, mas espero que James e Lafayette fiquem juntos e a Jessica volte para o Jason. Eu gostaria de ver este final.
Continuando no elenco secundário, Andy
Bellefleur foi o personagem que mais me surpreendeu nos últimos tempos. O
crescimento do personagem foi maravilhoso, ele deixou de ser o Andy bobão das
primeiras cinco temporadas e se tornou outro Andy após a morte das suas filhas.
O diálogo dele com o Bill foi uma das melhores cenas do episódio, ele mostrou a
força de um pai ferido e implacável. Gostei do rumo que os roteiristas deram ao
personagem.
“The Lady ‘Go fuck your self’”
A aparição da Pam era algo que eu esperava
muito, pois queria ver como estava o estado da busca dela pelo Eric. Adorei a
cena dela em Marrocos, simplesmente sendo a Pam que amamos, mas com um
sofrimento pelo sumiço de seu criador. A cada temporada eu me emociono mais e
mais com o vínculo que ela e o Eric possuem e pelo amor que ela sente por ele
como seu criador. O encontro deles vai ser uma das cenas mais emocionantes
desta temporada, assim espero.
Não vou falar muito da Sookie e do Alcide, pois
me dá uma certa preguiça. Alcide hot hot como sempre e a Sookie...
Vou pegar leve com a Sookie, pois depois de
seis temporadas apanhando feito louca, acho que ela merece um tempo. O
descontrole dela ao começar a ler a mente de quase todos cidadãos de Bon Temps
foi muito bom, pois por mais que ela já estivesse cansada de saber que metade
da cidade odeia ela, isso foi o click que ela precisava para acordar e tomar
para si um pouco da responsabilidade sobre certas coisas, não que ela seja
culpada de tudo o que está acontecendo, mas que ela tem culpa de algumas coisas
ela tem. Fora que True Blood sem Anna Paquin pagando peitinho, não é True
Blood. E quando eu digo peitinho, o diminutivo é literal.
A sétima temporada de True Blood tem tudo para
fechar a série com chave de ouro. O colapso da sociedade após toda a campanha
anti-vampiro do Governador é fundamental para essa temporada e o próprio
colapso do ser humano em meio disso também é. Não há muito o que se fazer nesta
altura do campeonato, o que podemos fazer agora é sentar em nossos sofás e
esperar a última mordida.



