sábado, 28 de junho de 2014

A volta de True Blood e o começo do fim


Olá, munchkins! Este é o meu primeiro post no blog, desculpem por ser tão longo, mas era preciso. Vamos falar sobre a sétima temporada de True blood?

O momento de espera finalmente chegou ao fim. E no dia 22 de junho às 22h foi ao ar o primeiro episódio da sétima e última temporada da série que virou um fenômeno mundial. True Blood sem sombra de dúvida conquistou milhares de corações pelo mundo ao decorrer desses sete anos de exibição, e o meu não poderia ficar de fora.

Spoilers nunca me agradaram e sempre me irritaram, por este motivo não li nada a respeito desta última temporada, nem se quer uma notícia sobre Eric Northman, cuja cena final da sexta temporada deixou todos os fãs de cabelo em pé. Mas não falemos sobre a sexta temporada, vamos falar sobre o começo do fim de uma série que vai ficar na memória de seus fãs.

Como vimos no final da sexta temporada, Sam Merlotte, atual prefeito de Bom Temps, Bill Compton e mais alguns cidadãos organizaram um churrasco noturno no Bellefleur’s Bar and Gril com o intuito de unir os vampiros não infectados com os humanos também não infectados. Os humanos forneceriam alimento para esses vampiros e em retribuição teriam a proteção dos vampiros contra os ataques dos Hep-V.

Entretanto, uma horda de vampiros infectados atacou os cidadãos e os vampiros no churrasco. E foi neste momento que fiquei em choque, pois antes mesmo da abertura da série, na cena do ataque, um dos personagens regulares morreu.

A morte de Tara não poderia ser mais chocante do que foi. Fiquei sem reação no momento e o mais sacana foi a produção jogar a abertura bem depois da cena em que você descobre a morte dela, talvez para os fãs processarem o acontecimento. Eu fiquei durante toda a abertura xingando pelos quatro cantos da minha sala, pois não esperava por essa. Ainda estou sem acreditar muito, mas segue vida, sem a Tara.

Luke Grimes
Permanecendo no começo do episódio, o recast do personagem James Kent me deixou meio sem palavras, eu não fazia a menor ideia que o ator Luke Grimes tinha deixado o elenco da série.

Aparentemente foi por causa de um tal de Cinquenta Tons de Cinza (Ironia), era o que se especulava, mas o site Buzzfeed publicou que uma fonte próxima da produção da série teria afirmado que houve uma divergência criativa entre Grimes e o destino do seu personagem na série. Pois, ao que parece, Grimes teve uma objeção sobre os enredos homossexuais no programa.

Grimes fez um trabalho ótimo como James, não posso negar, e a química entre ele e a Deborah Ann Woll, atriz que interpreta a personagem Jessica Hamby, era linda de se ver na tela.

Nathan Parsons
Contudo, essa mudança acabou não importando, ao meu ver. A equipe fez um recast ótimo colocando o ator Nathan Parsons para interpretar o vampiro James Kent. Ele me seduziu como vampiro right away! Ele já havia me seduzido como lobisomem na série The Originals, mas o papel de vampiro filosófico lhe cai melhor. Mas, não sei como ficou a química entre ele e a Deborah, será que James e Jessica vão nos encantar tanto quanto na temporada anterior?

A cena dele e do nosso digno divo Lafayette só confirmou mais ainda a publicação do site Buzzfeed, pois ficou claro ali um clima entre Lafayette e James. Sei que vejo slash em tudo, mas isso não foi coisa da minha cabeça, ou foi?

Porém, perguntas se formularam na minha cabeça. James e Lafayette terão um romance? Será ele o final feliz do nosso querido Lala no programa? E a Jessica, como fica?

Eu não me atrevi a procurar spoilers sobre isso, então, só saberei no decorrer dos episódios, mas espero que James e Lafayette fiquem juntos e a Jessica volte para o Jason. Eu gostaria de ver este final.

Continuando no elenco secundário, Andy Bellefleur foi o personagem que mais me surpreendeu nos últimos tempos. O crescimento do personagem foi maravilhoso, ele deixou de ser o Andy bobão das primeiras cinco temporadas e se tornou outro Andy após a morte das suas filhas. O diálogo dele com o Bill foi uma das melhores cenas do episódio, ele mostrou a força de um pai ferido e implacável. Gostei do rumo que os roteiristas deram ao personagem.

“The Lady ‘Go fuck your self’”

A aparição da Pam era algo que eu esperava muito, pois queria ver como estava o estado da busca dela pelo Eric. Adorei a cena dela em Marrocos, simplesmente sendo a Pam que amamos, mas com um sofrimento pelo sumiço de seu criador. A cada temporada eu me emociono mais e mais com o vínculo que ela e o Eric possuem e pelo amor que ela sente por ele como seu criador. O encontro deles vai ser uma das cenas mais emocionantes desta temporada, assim espero.

Não vou falar muito da Sookie e do Alcide, pois me dá uma certa preguiça. Alcide hot hot como sempre e a Sookie...

Vou pegar leve com a Sookie, pois depois de seis temporadas apanhando feito louca, acho que ela merece um tempo. O descontrole dela ao começar a ler a mente de quase todos cidadãos de Bon Temps foi muito bom, pois por mais que ela já estivesse cansada de saber que metade da cidade odeia ela, isso foi o click que ela precisava para acordar e tomar para si um pouco da responsabilidade sobre certas coisas, não que ela seja culpada de tudo o que está acontecendo, mas que ela tem culpa de algumas coisas ela tem. Fora que True Blood sem Anna Paquin pagando peitinho, não é True Blood. E quando eu digo peitinho, o diminutivo é literal.

A sétima temporada de True Blood tem tudo para fechar a série com chave de ouro. O colapso da sociedade após toda a campanha anti-vampiro do Governador é fundamental para essa temporada e o próprio colapso do ser humano em meio disso também é. Não há muito o que se fazer nesta altura do campeonato, o que podemos fazer agora é sentar em nossos sofás e esperar a última mordida. 

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